segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Aviso importante!

Olá pacientes e seguidores!

Sei que já faz um tempinho que não estou postando artigos pois nesse momento estou envolvida em projetos que estão me demandando muito. Próximo ano o blog volta suas atividades mais intensamente! 

O CONSULTÓRIO E MEUS AGENDAMENTOS CONTINUAM FUNCIONANDO NORMALMENTE!

SE VOCÊ ESTÁ BUSCANDO ATENDIMENTO PSICOLÓGICO PRESENCIAL LIGUE PARA:
(21) 979402189 NO CONSULTÓRIO DO RIO DE JANEIRO (TEL E WHATS APP)

PARA AGENDAMENTOS DE ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA ONLINE (ATENDIMENTO POR SKYPE) ENTRE EM WWW.PSICLINONLINE.COM.BR

Forte abraço!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Curso online gratuito sobre ansiedade!



Olá!

Estou oferecendo em meu site o curso gratuito  "Ansiedade: como seus pensamentos influenciam" com objetivo de ajudar as pessoas a identificarem os pensamentos que são capazes de gerar ansiedade e o que fazer para modificar esses pensamentos, dentro de uma perspectiva da abordagem cognitivo-comportamental.

Com essas vídeo-aulas você será capaz de identificar seus pensamentos que podem causar ansiedade e explico o passo-a-passo para conseguir observar esses pensamentos sob outra perspectiva.

Trata-se de um curso totalmente informativo e não possui a finalidade de substituir a psicoterapia no tratamento de transtornos de ansiedade. Se esse for o seu caso, busque ajuda de um psicólogo e/ ou psiquiatra.

Para ver o conteúdo do curso e se inscrever para recebê-lo em seu e-mail, acesse meu site www.lorygoncalves.com.br, vá na página "Materiais" , depois em "Cursos". Caso você queira assistir as aulas e fazer perguntas é só se inscrever e mandarei o link do curso para seu e-mail.

Se você quiser acessar o conteúdo do curso, poderá fazê-lo também pelo link: bit.ly/conteudocursoansiedade e se inscrever pelo link: bit.ly/cursoansiedade

Espero que gostem das aulas que foram feitas com o maior carinho por mim!

Abraço!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Presente para ansiosos!


A prisão da síndrome do pânico para pacientes e familiares

A síndrome do pânico é um dos transtornos de ansiedade que acometem muitos brasileiros, que sem informação, pensam que suas vidas precisam continuar limitadas devido ao medo de ter um ataque de pânico ( ansiedade em um nível extremo onde a pessoa tem sintomas físicos de ansiedade como sudorese, taquicardia ou coração acelerado, tremor, vertigem, enjôos, além do medo de morrer ou enlouquecer)
Muitos pacientes e pessoas à mnha volta me contam casos de como paralisaram ações importantes em suas vidas com receio de de ter um novo ataque de ansiedade. A sensação é tão desagradável que o sujeito pode deixar de ir à faculdade, tem muita dificuldade em chegar ao trabalho, sair para lugares que consideram longe, ou onde, seria difícil ser socorrido imediatamente caso se sinta mal.
Não é apenas a vida de quem está com pânico que é afetada, mas também de seus familiares e pessoas próximas. Os familiares acabam sem orientação de como lidar com quem sofre com a síndrome e muitas vezes precisam alterar suas rotinas para acompanhar o paciente nos lugares que ele não consegue mais ir.
O sujeito sente-se aprisionado e dependente, o que traz um sentimento de culpa e incapacidade, além do familiar que, mesmo amanda a pessoa, não pode alterar toda a sua rotina para ficar ao lado de quem está sofrendo.
O que se deve fazer?
Primeiro é necessário que quem sofre com o pânico, entenda que a acomodação nesses casos piora o curso do transtorno. Sabemos que os pensamentos de quem sofre  faz com que o mesmo acredite que não conseguirá superar a doença. Porém, com técnicas específicas para síndrome é possível sim se libertar da prisão do pânico. Essas técnicas você aprende com ajuda de um psicólogo, principalmente um cognitivo-comportamental, já que há anos essa abordagem da Psicologia tem estudado cientificamente  o transtorno e tendo êxito na aplicação de ferramentas psicológicas específicas.
Já o familiar precisa compreender que muitas vezes pode estar , sem saber, contribuindo para que a pessoa que sofre fique cada vez mais dependente dele, o que só perpetua o transtorno.


terça-feira, 10 de maio de 2016

sábado, 7 de maio de 2016

Pessoal! Quem me acompanha sabe que estou fazendo mais palestras ao vivo no aplicativo Periscope! Para quem não tem esse aplicativo, agora está disponível no youtube quase todos que fiz até o momento.
Quem quiser ver todos os vídeos é só ir no meu canal pelo link:bit.ly/canalpsicologianasuavida
Dentre as muitas palestras online, hoje destaco essa para vocês: Como se libertar de mágoas do passado!


sexta-feira, 22 de abril de 2016

A receita da felicidade testada em laboratório

A receita da felicidade

Esses métodos para se tornar mais feliz foram testados em laboratório. E funcionam:
Prazer
• Permita-se ter experiências sensorialmente agradáveis de vez em quando. Não se trata só de emoções fortes. A maior parte dos prazeres é bem simples: conversar, ver uma paisagem bonita, comer algo gostoso.
• Tire “fotografias mentais” dos momentos agradáveis de sua vida – repare nos detalhes, nas cores, nos cheiros. Nas horas difíceis, tente recordar-se de tudo.
• Tenha companhia. Quase todas as pessoas sentem-se mais felizes quando estão com outras pessoas. Claro que isso não significa evitar a solidão a qualquer custo, mas é importante ter amigos.
Engajamento
• Dedique-se a tudo que você faz, no trabalho ou fora. Lembre-se: a diferença entre um emprego chato e um emprego legal pode ser a sua postura. Se você se envolver mais, ele vai ficar mais divertido.
• Arrume uma atividade desafiadora, difícil, e esforce-se para se tornar cada vez melhor nela. Yoga, aeromodelismo, videogame, natação, flauta, mountain bike, culinária vegetariana, bateria. Há opções para todos os gostos.
• Exercite-se. Esporte praticado com freqüência aumenta a disposição para a vida e em geral nos deixa mais ligados no mundo e no nosso próprio corpo. Algumas pesquisas sugerem que dar risada é um ótimo exercício.
Significado
• Pesquisas mostram que escrever num diário as coisas pelas quais você é grato garante um aumento no nível de felicidade que dura seis semanas. Portanto, de tempos em tempos, lembre-se de agradecer.
• Faça atos de altruísmo ou bondade. Colabore com alguma instituição humanitária, ensine algo que você saiba (não interessa se as aulas são de alfabetização ou de guitarra), saia do seu caminho para ajudar alguém.
• Se tem alguém que foi importante na sua vida, ainda que num passado remoto, faça-o saber disso, de preferência com uma visita pessoal. Os cientistas dizem que essa “visita de gratidão” pode valer um mês de felicidade.

A receita da infelicidade

Se você quer mesmo ser feliz, precisa se convencer de que nada disso é a solução
Dinheiro
• Ele só traz felicidade até o momento em que cobre as necessidades básicas. Depois disso, mais dinheiro não altera o nível de satisfação. E um foco exagerado em coisas materiais vai esvaziar sua vida de significado.
Casamento
• Condicionar a felicidade a fatores sobre os quais você não tem controle não pode dar certo. Além disso, um casamento não tem nada a ver com um estado perene de alegria. Ele tem altos e baixos como tudo na vida.
Futuro
• “Vou ser feliz quando eu terminar de pagar meu apartamento.” É importante ter metas, mas achar que a felicidade está no futuro só adia sua realização. Sem falar que, depois de quitar a dívida, é provável que você invente outra meta, ainda mais difícil.
Carro novo
• Nossa cultura consumista e a publicidade criam necessidades novas a cada minuto. Às vezes o carro antigo ainda funciona muito bem, mas você se convence de que não pode viver sem o modelo maior que foi lançado esse mês.
Beleza
• Mais um caso de expectativa irreal. Em primeiro lugar, porque é impossível ter um corpo e um rosto perfeitos. Em segundo, porque nada disso é garantia de felicidade. Pergunte à Gisele Bündchen se ela não sofre às vezes.
Status
• Priorizar símbolos de status indica uma preocupação maior com os outros do que com você mesmo. Uma cobertura de frente para a praia é boa por causa da vista maravilhosa, não porque vai deixar os amigos morrendo de inveja.

Para ler o artigo completo, veja em Superinteressante: http://super.abril.com.br/cultura/a-busca-da-felicidade

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Autocrítica e a importância para a paz interior! Parte 3

Olá pessoal!

Quem está acompanhando o blog sabe que fiz 2 vídeos sobre "Como ter mais paz interior".

O último vídeo da série fala de como a autocrítica em excesso pode comprometer e muito sua paz interior.

Todos nós devemos saber diferenciar a autocrítica positiva da negativa!
No caso da autocrítica positiva, você consegue se autoavaliar e impetrar mudanças para o seu desenvolvimento. É aquela reflexão que todos devemos fazer para saber o que podemos melhorar.

Já a autocrítica exagerada é proveniente do perfeccionismo, que nem sempre é benéfico. Caso você seja atormentado por muitos pensamentos autocríticos, então corre o risco de se paralisar diante das situações ao invés de enfrentá-las.
A autocrítica exagerada encontra-se presente na timidez, fobia social, alguns casos de ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de personalidade anancástica, entre outros.

É necessário sempre cuidar para que o mostro interior da autocrítica não tire sua paz interior!

Clique no link e assista direto do youtube minhas dicas:









sábado, 6 de fevereiro de 2016

Dicas para ter mais paz interior! Parte 2

Fotografia: trabalhadores da luz

Aí está a parte 2 com dicas para você criar mais paz em sua mente. Porém, tem de aplicar na sua vida para obter os resultados!

Vamos construir a paz?

Assista, comente e aplique! Na semana que vem tem o último dessa série!

bit.ly/pazinterior2

Quer se dar um pouco mais de paz interior?

Foto: espiritoimortal

Estou disponibilizando uma sequência de vídeos sobre paz interior!
Tenho certeza que você fara muito bom uso das dicas disponibilizadas nesses vídeos! ;)

Assista, comente e aplique!

bit.ly/pazinterior1

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Diferenciando Timidez de Fobia Social!


                                                   crédito imagem : portaldedicas.com

A timidez ocorre quando diante de eventos que envolvem pessoas temos sintomas de ansiedade, porém, estes sintomas não trazem um prejuízo significativo para a nossa vida, ou seja, apesar da ansiedade enfrentamos na maioria das vezes nossa timidez e insegurança.

Já a fobia social é um transtorno de ansiedade, onde o indivíduo tem sintomas mais elevados de ansiedade e desconforto diante de situações sociais (taquicardia, sudorose, tremor excessivo, tontura, enjôo, sensação de falta de ar, etc) e ao contrário da timidez, a pessoa tem graves prejuízos nas esferas de trabalho, lazer e relacionamento com os outros. Geralmente, na fobia social, a pessoa acaba evitando várias situações, pois ela acredita, que será vítima do julgamento das outras pessoas, que vão notar sua insegurança ou que ele(a) será vítima risos e chacotas. Nesse caso, a vida do sujeito fica muito limitado e ele perde oportunidades de crescer na profissão, namorar ou ter lazer.

A boa notícia é que a fobia social tem tratamento que geralmente é realizado através de psicoterapia e, em alguns casos, medicação contra a ansiedade.

Se você conhece alguém que esteja sofrendo com a fobia social, repasse esse conhecimento para ele!

Grande abraço!

Para saber mais assista a palestra ao vivo que fiz sobre o assunto no Periscope, é só clicar no link para ver o vídeo.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Diferença entre psicoterapia presencial e orientação psicológica online

Olá!
Hoje vamos esclarecer alguns pontos sobre a diferença entre psicoterapia presencial e orientação psicológica online.

A psicoterapia presencial é indicada para pessoas que estejam em sofrimento psíquico e que buscam alterações mais profundas em sua personalidade, pois além de promover a melhoria ou extinção dos sintomas apresentados, ainda permite uma análise mais minuciosa das questões do sujeito. É realizada por um profissional psicólogo e é indicada para tratar questões de todos os níveis, até mesmo problemas de maior gravidade. Não tem limite no número de sessões.

A orientação psicológica online é indicada para pacientes que NÂO buscam alterações mais profundas em sua personalidade e sim resolver UM PROBLEMA PONTUAL e/ou eventual, onde temos a redução ou extinção dos sintomas apresentados, sem a necessidade de fazer um psicoterapia mais longa. Tem um número limitado de sessões por ano (20 sessões sequenciais ou não) e serve para casos considerados menos graves ou que não precisam de mais de 20 encontros para ser auxiliado.

Geralmente as sessões se dão por skype ou hangout, sendo também possível por e-mail/chat (apesar de não ser muito comum) onde você e o psicólogo combinam valores e horários da orientações. 

É voltado para atendimento de adultos e casais, sendo também possível o atendimento de adolescentes menores de 18 anos desde que seja preenchido uma declaração dos pais ou responsáveis autorizando a orientação.

Alguns exemplos onde a orientação psicológica online pode ajudar:

  •  Questões de autoestima 
  • Melhoria de emoções negativas, além de pensamentos e comportamentos 
  • Ansiedade 
  • Estresse 
  • Insegurança e medos
  •  Relacionamentos amorosos ou familiares 
  • Problemas no trabalho, entre outras questões 

Vantagens desse tipo de orientação:

  • Comodidade (você pode fazer em horários alternativos e na sua casa, desde que tenha privacidade - lugar onde você não será interrompido) 
  • Sigilo (assim como na psicoterapia presencial o sigilo é respeitado) 
  • Brasileiros que residem em um lugar que não tem acesso à psicólogos ou que residem no exterior 
  • Pessoas com dificuldade de locomoção 

Atenção: A orientação psicólogica online não é psicoterapia! Você precisa observar se o site que oferece o serviço possui o selo da Conselho Federal de Psicologia, o que lhe faz apto a oferecer esse tipo de atendimento. O site também deve conter um link para o conselho federal de psicologia e para o código de ética do psicólogo.

Para saber mais sobre infos sobre orientação psicológica mediada por computador mande e-mail para: lorysouzapsi@gmail.com ou whats app para (21)979402189

sábado, 9 de janeiro de 2016

Utilizando a assertividade para melhorar suas relações pessoais

Todos nós temos uma série de direitos que devemos sempre procurar que sejam respeitados. Alguns deles são: o direito de ser tratado com respeito e dignidade, de recusar pedidos (abusivos ou não) quando achar conveniente, de mudar de opinião, cometer erros por ignorância e buscar reparar as faltas cometidas, de ter suas próprias necessidades e vê-las consideradas tão importante como as necessidades dos outros, expressar suas opiniões, de ser ouvido e levado a sério, etc. O problema é que nem sempre conseguimos ter estes direitos respeitados pelas pessoas e às vezes somos nós que violamos os direitos dos outros.

Assertividade é um conceito da Psicologia que muito se relaciona com estes direitos, pois ser assertivo é conseguir expressar de forma adequada seus sentimentos, pensamentos e necessidades para o outro, sem violar os direitos alheios e sem permitir que os seus sejam violados. Quando a pessoa é assertiva, ela consegue expressar o que sente e pensa sobre algo, deixando aberto o caminho para que um acordo seja feito, onde ninguém sacrifica sua integridade básica e os dois conseguem que sejam satisfeitas algumas de suas necessidades. Utilizando a assertividade a probabilidade de ser compreendido e atendido pelo outro aumenta, e mesmo quando apesar de ser assertivo as pessoas envolvidas não chegam a um compromisso, quem foi assertivo sente-se satisfeito por ter conseguido se expressar de forma apropriada, sabendo que fez a sua parte.

É importante compreender a diferença entre o comportamento assertivo, o agressivo e o passivo.
No comportamento agressivo a pessoa consegue expressar pensamentos, sentimentos e opiniões, mas faz de uma forma que viola os direitos da outra pessoa, tentando impor a sua vontade, seja através de uma maneira de falar agressiva (gritando, ameaçando, intimidando) ou através de gestos ameaçadores (cerrar os punhos, atacar fisicamente o outro, etc). O objetivo da agressão é dominar o outro, através de humilhação, da degradação, de modo que os demais sintam-se fracos e menos capazes de defender seus direitos. Este tipo de comportamento traz consequências também para a pessoa que o pratica, como: conflitos interpessoais, culpa, tensão, solidão, sente-se aborrecido, além de perder oportunidades.

No comportamento passivo, a pessoa não é capaz de falar sobre seus sentimentos, pensamentos e opiniões, permitindo que os demais violem seus seus sentimentos, ou expressando seus próprios pensamentos e sentimentos de forma auto-derrotista, com falta de confiança, de modo que os demais podem facilmente não dar atenção ou ser manipulada. Aqui existe uma falta de respeito com as próprias necessidades e às vezes é acompanhado pelo sentimento que o outro não é capaz de lidar com suas frustrações, assumir alguma responsabilidade, etc. Geralmente a pessoa com este comportamento evita olhar diretamente nos olhos, tem fala vacilante, volume de voz baixo, postura tensa. As consequências para a pessoa que tem um comportamento passivo são: sentir-se desamparado, deprimido, baixa autoestima, perde oportunidades, tensão, sente-se aborrecido e sem controle, pode acabar não gostando nem de si, nem dos outros.

Para sermos assertivos é necessário que consigamos nos expressar, pedir mudança de comportamento do outro, dar opiniões, recusar pedidos, fazer críticas,  observando os seguintes aspectos:

  • Manter contato visual enquanto falamos com o outro, um volume de voz que não seja nem alto, nem baixo,  passar firmeza na fala e nos gestos, postura ereta, respostas diretas à situação.
  • Falar mensagens em primeira pessoa com objetivo de expressar suas opiniões, ou seja, dizer: "eu penso", "eu sinto", além de frases como: "Como podemos resolver isto?", "Entendo seu ponto de vista, mas não estou de acordo", "Infelizmente não poderei fazer o que está me pedindo". 
  • Expressar de modo claro e objetivo o que deseja, mantendo-se firme em sua posição.
  • Criticar o comportamento e não a pessoa. Quando você diz: "você é um egoísta!", acaba fazendo com que o outro fique numa posição defensiva. O melhor é falar sobre o comportamento que lhe incomoda e pedir que o outro mude. Exemplo: " Eu me sinto aborrecida quando você fala alto comigo. Gostaria que você falasse com calma e sem gritar."
O treino em assertividade para quem necessita melhorar seus relacionamentos é de grande valia. Devemos treinar sempre ser mais assertivo do que agressivo ou passivo em nossas relações, pois assim nos sentimos no controle, relaxados, criamos oportunidades, elevamos nossa autoestima, além de aumentar a probabilidade de resolvermos nossos problemas.

Nem sempre conseguimos ser assertivos, treinando sozinhos e a psicoterapia pode nos ajudar nisto, pois o psicólogo (principalmente o que utiliza a Terapia Cognitiva-Comportamental) utiliza-se de técnicas específicas para que você melhore sua assertividade. Então, se você achar que precisa de ajuda, é só procurar um profissional da área.