quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Tristeza nas festas de final de ano...É normal?


Sim, já que nessa época costumamos refletir sobre nossa vida, o que aconteceu no ano e principalmente sobre as metas que não realizamos. Também existem aqueles que lembram de pessoas queridas, que não estão mais entre nós.

Todas essas situações e pensamentos podem trazer certa melancolia. É possível melhorar esse sentimento?

Sim, já que devemos analisar se podemos pensar diferente nessa época.

Se você perdeu alguém querido, pense que apesar da saudade, você pode lembrar de todas as experiências boas que teve com ela, pois o que realmente deixamos na Terra são as memórias para aqueles que permanecem vivos.

" Nós continuamos vivos através das memórias que deixamos naqueles que nos amaram"


Então, tente pensar como a pessoa gostaria de ser lembrada, e acho difícil que seja com tanta tristeza e dor.

Sobre as metas que você não atingiu, tente lembrar de tudo que aconteceu de bom e você pode estar desconsiderando. Será que você não está se culpando demais?

"Caso você ache que poderia ter feito mais, pegue esse pensamento e transforme em aprendizado. Afinal, talvez você não tivesse preparado para realizar tudo o que queria no momento, justamente porque não era para acontecer agora! O nosso tempo nem sempre é o tempo da vida..."

Agora, reflita sobre o que pode fazer diferente ano que vem, mas faça um planejamento, onde você colocará no papel o que deseja e o que precisa passo a passo para conseguir. Porém, lembre-se que imprevistos acontecem e você deve estar preparado para aceitá-los e pensar com calma o que pode fazer para ultrapassá-los.

RECADO PRINCIPAL: Culpar-se não é a melhor opção, pois corre o risco de você se paralisar e ficar afundado na tristeza.

Grande abraço!

Lory Gonçalves (psicóloga - crp 05/36478)



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Como a baixa autoestima atrapalha seu sucesso!

Uma das crenças mais nocivas para o ser humano é ele crer não ser merecedor de algo.
Quando não temos consciência que temos essa crença ou ideia, a mesma pode fazer um estrago em nossas vidas de forma inconsciente.
Desde crianças aprendemos que temos de ser humildes, mas acabamos nos confundindo e achando que desejar o melhor que a vida pode nos oferecer, não é para nós.
Um exemplo: se eu creio que não sou merecedora de ser bem remunerada pelo meu trabalho, pois me comparo com outras pessoas e penso que não tenho os requisitos necessários, pode ter certeza que irei ganhar uma remuneração mínima, totalmente compatível com minha crença de não merecimento.
O processo ocorre assim: se eu acredito lá no meu interior que não mereço o melhor, vou ter comportamentos compatíveis com essa crença limitadora. Provavelmente eu não vou me esforçar o suficiente para me qualificar, vou começar a me autossabotar no trabalho e quando eu me der conta, o mesmo não renderá, as boas ideias não virão e assim por diante. Conclusão: irei receber o que acho que mereço; ou seja; o mínimo. Consequentemente isso afetará a minha autoestima.
Esse post é um alerta para que vocês prestem atenção nas ideias que vocês possuem sobre seus trabalhos, seus relacionamentos, suas vidas. Essas crenças podem estar atrapalhando suas realizações e o caminho para superação passa pelo questionamento das crenças limitadoras, observando se as mesmas são baseadas na realidade, ou serão frutos de algo que você aprendeu e nem questiona se pode ser compreendido de forma diferente.
Converse com as pessoas ao seu redor que não possuem as mesmas dificuldades que você e que estão se realizando. Não é para você se comparar, mas sim para compreender como ela pensa esse setor da vida dela. Conversar com alguém que não possui a mesma crença limitadora pode ajudar no questionamento e mudança da sua.
Caso você não consiga fazer isso sozinho ou com a ajuda daqueles que te rodeiam, então considere buscar ajuda de um profissional (psicólogo).
Grande abraço! 

domingo, 22 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O sofrimento

O sofrimento só existe se o seu eu se identifica com ele.

Temos uma parte do nosso ego que acredita que o sofrimento é a única realidade que se apresenta para nós.

Quando estamos nesse processo de identificação com o sofrimento não percebemos que no presente existem pontos bons em nossa vida, apesar de tudo.

Se você não consegue achar esses outros modos de observar sua experiência, e se sua mente lhe faz acreditar que só lhe resta sofrer, ainda assim existe saída.

Busque ajuda profissional, sem preconceitos e com coragem de se dar uma chance.

Abraço!


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dica terapêutica: mandalas



O efeito terapêutico de pintar ou desenhar mandalas

Você já deve ter se perguntado se colorir livros para adultos pode realmente trazer benefícios emocionais. Na minha opinião a resposta para essa pergunta é sim, ainda mais se os desenhos são as chamadas mandalas.

Mandala, que em sânscrito quer dizer círculo, são conhecidas na história da humanidade. Foram e são utilizadas no  âmbito espiritual, artístico e psicológico há séculos.

No que tange o aspecto psicológico, Carl Jung foi um dos primeiros a estudar o efeito das mandalas no processo psicoterapêutico. Ela é um recurso muito utilizado na terapia junguiana, na terapia transpessoal ou como recurso terapêutico para qualquer profissional que trabalhe o desenvolvimento pessoal.

Quando pintamos uma mandala sozinhos, sem a ajuda de um terapeuta,  alguns dos efeitos psicológicos são a promoção do bem-estar, o relaxamento e a prevenção do estresse. Se for feito em terapia, outros aspectos mais profundos podem ser trabalhados.

Quando colorimos uma mandala, apenas o ato de se concentrar nessa ação, além da escolha das cores, já pode produzir um estado de relaxamento. Um outro benefício é que as mandalas podem nos ajudar a organizar nosso mundo interior e a nos estruturar psicologicamente. É claro que apenas pintar mandalas não resolverá seus problemas psicológicos mais profundos (sem a ajuda de um terapeuta), mas você pode se beneficiar desse técnica no combate ao estresse, como já citado anteriormente.

Esse tipo de livro para colorir pode ser encontrado facilmente em bancas de jornais e livrarias. O livro "Mandalas Criativas" da editora Alto Astral traz a simbologia de algumas cores para que você observe, depois de pintar uma mandala, quais as cores predominantes e os significados das mesmas.

E aí? Já pensou em colorir mandalas?






quarta-feira, 17 de junho de 2015

Desapego!

Um dos melhores remédios e sem contra-indicações! 
Desapegue-se de tudo que te faz mal, sejam situações em que você se coloca, pessoas que te colocam para baixo, pensamentos críticos...Tudo pode mudar sim, depende de como você interpreta as situações!



quinta-feira, 26 de março de 2015

Confiança é não querer controlar a vida!

Você pode se achar bastante autoconfiante, mas se você vive com medo é porque algo está errado.
Confiança tem a ver com parar de tentar controlar a vida, é aceitá-la como ela se apresenta.
Para que se tenha confiança, primeiro temos de entrar em contato com nossa parte forte e que muitas vezes fica escondida, o que não quer dizer que não exista.
Como diz Louse Hay você se liberta do medo da vida quando se desliga de uma percepção limitada da sua mente. Entende que você é muito mais do que seu medo, prova disso é o fato de apesar de tudo que você já viveu, ainda está aí de pé, tentando melhorar.
Podemos sim acreditar no que desejamos, o segredo é trabalhar para que isso ocorra e ver se de alguma maneira você não está se sabotando.
Reflita como apenas por estar aqui, tendo a oportunidade de aprender e crescer com o fluxo da vida, já é uma pessoa especial.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Exercício para ter mais paz: deixe ir!

Quantas vezes nos sentimos apegados a pessoas, coisas e situações, que apesar de sabermos que não nos faz bem, temos dificuldade em desapegar. Abaixo descreverei um exercício, criado por Louise Hay e escrito em seu livro "Você pode curar a sua vida" que acho bastante interessante, mas adaptado por mim. É importante ressaltar que não apresento aqui uma fórmula mágica, apenas um exercício que, dependendo do grau de dificuldade enfrentado pela pessoa pode ser útil. Caso o apego esteja dificultando muito sua vida, questões mais profundas precisam ser trabalhadas.

Exercício deixando ir

Preparação: Sente-se em uma cadeira de forma confortável. Quando estiver sentado, descruze as pernas, repouse suas mãos sobre elas  de forma relaxada. Leia as palavras abaixo no computador ou se preferir imprima e segure o texto da forma mais relaxada possível.

Enquanto lê mentalmente, comece a inspirar pelo nariz e a expirar lentamente pela boca, dizendo a palavra "relaxe" toda vez que você soltar o ar. Faça essa respiração por 5 vezes antes de passar para o próximo passo.

Agora, vá soltando os músculos dos pés, pensando como eles estão ficando cada vez mais relaxados com o passar do tempo. Passe para ambas as pernas, preste atenção nelas, sentindo-as mais relaxadas na poltrona em que você se encontra. Acredite que você é capaz de relaxar também seu abdômen, prestando atenção como ele se movimenta a cada respiração que você faz, sem forçar a respiração, apenas prestando atenção nela e no seu abdômen. A sensação de paz e relaxamento vai se expandindo também para seu tórax, depois para seus braços, onde você se sente cada vez mais calmo. Por fim, sinta seu rosto e relaxe os músculos da face.

Agora leia a seguinte frase: "Agora que estou mais calmo(a) posso deixar ir. Solto toda tensão. Solto toda raiva e todo medo que estiver em meu coração. Solto toda culpa. Solto tudo aquilo que sei que não é mais para mim. Solto toda tristeza. Solto toda insegurança. Posso deixar todas essas coisas irem, pois sei que estou em paz e segurança. A paz e a segurança estão dentro de mim. Sei que posso confiar que tudo acontece para o meu bem, mesmo que nem sempre entenda o processo. Sei da minha força e deixo que fiquem apenas as coisas boas e que me fazem bem".

- Repita esse exercício duas ou três vezes seguidas até que pensamentos bons comecem a surgir em sua mente. Mudar pensamentos e sentimentos que nos fazem mal exige prática (muitas vezes diária). Essa é apenas uma recomendação, mas só você pode determinar quantas vezes precisa.
Lembre-se que a ideia do exercício não é que você nunca tenha sentimentos ruins, mas que você possa lidar com eles melhor. Na verdade sentimentos como tristeza e raiva são bons e fazem parte da vida. O problema ocorre se você os sente de forma muito frequente de uma maneira que até atrapalha suas atividades e bem-estar.




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Página Psicologia na sua Vida no Facebook!

A página Psicologia na sua Vida também está no Facebook! Quem quiser dar uma conferida é só buscar pela página ou acessar o link:
Psicologia na sua Vida







quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Quanto mais você busca um amor, mais se afasta dele!

"Aqueles que buscam o amor apenas manifestam seu próprio desamor; os sem amor nunca encontram o amor; só os que amam encontram o amor, e eles nunca precisam procurar por ele"

D. H. LAWRENCE


Caso estas palavras lhe pareçam estranhas, vou explicá-las. De acordo com Robert Holden, autor de "A arte de amar e ser amado" quanto mais buscamos o amor, mais ele se afasta de nós. Esse autor defende a ideia de que se buscamos desesperadamente alguém que nos ame, isso é reflexo de uma ideia muitas vezes inconsciente, que não somos dignos de sermos amados. 

Não ser merecedor de amor é um dos medos básicos do ser humano e acabamos afastamos ainda mais o amor de nossas vidas. Para reverter essa situação, a primeira coisa que deve fazer é parar de buscar o "homem/ mulher de modo desesperado". O segundo passo é começar a ser uma pessoa mais afetuosa para assim poder atrair mais afeto e mais amor. Afetuosa conosco e com quem nos rodeia.

Amor é algo que acontece, geralmente quando não estamos esperando. Buscar ansiosamente um parceiro(a) só diz que não nos amamos o suficiente (sim, é clichê, mas na prática funciona), não nos respeitamos, passamos por cima de nós, com autocríticas, por exemplo. E cá para nós, quem é que irá se interessar por alguém que não sabe nem se tratar bem?

Invista primeiro em se conhecer e se tratar bem. Essa é a base para encontrar uma pessoa legal.

Muito amor para todos nós em 2015!