segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Desapegue-se do desejo de ter razão para ser feliz!

Quantas vezes por dia você repete estas palavras?
" Viu? Eu estava certo (a)!"
"É você que estava errado!"


Se você quer ser feliz, não se preocupe em ter razão! Viva a sua vida e deixe os outros viverem a deles! Se você os ama, deve lhes dar liberdade! Então, desapegue-se do desejo de ter razão!

domingo, 28 de setembro de 2014

Autocrítica

A autocrítica se for muito intensa e negativa nos faz procrastinar e adiar mais o que gostaríamos de fazer.


De acordo com Louise Hay, uma conhecida autora de livros de auto ajuda americana, precisamos mudar nossos padrões mentais para dissolver o que nos atrapalha. Ao final do artigo escreverei sobre o preconceito com livros desse tipo.

Ela afirma que devemos dizer a nós mesmos: "estou disposto a deixar a necessidade de ser indigno. Sou digno do melhor que existe e agora, permito aceitá-lo".

Quando fazemos esse tipo de afirmação estamos condicionando nosso cérebro a largar pensamentos de autocrítica que fazem com que nos comportemos de um modo onde dificilmente temos resultados positivos.

Se começarmos a pensar " estou disposto a abandonar o padrão dentro de mim que está criando essa condição" saímos da posição de vítima e nos conscientizamos sobre nossa responsabilidade na criação do que nos faz mal em todos os setores da nossa existência.

Na minha vida e na dos meus pacientes observo todos os dias como questionar pensamentos que não ajudam, tem o poder de nos transformar internamente e externamente, quando reagimos de forma diferente aos eventos por pensarmos diferente.

Ao contrário de alguns psicólogos não tenho preconceito com livros de auto ajuda. Muitos autores se inspiram em achados da Psicologia para escreverem seus livros. Só precisamos separar o que é bom para nós e entendermos que muitas vezes somente livros de auto ajuda não dão conta de nosso sofrimento.

Que tal começar a abandonar pensamentos que te angustiam e verificar quão diferente você pode se sentir? Não digo que seja tarefa fácil, precisa de prática, pois padrões mentais negativos foram criados e internalizados quando ainda éramos muito pequenos. Porém se não tentarmos nunca teremos a chance de conseguirmos. Pense nisso!

Perdoar é diferente de esquecer!


Perdoar é diferente de esquecer. Esquecer é difícil para quem foi atingido. O que se pode fazer é ter um sentimento genuíno de que o outro siga a sua vida em paz, sem desejar mal a ele. Esse é o perdão verdadeiro, que passa longe de fingir que nada aconteceu somente para "ser bonzinho". Ser bonzinho para os outros verem é fácil, difícil é assumir o que se pensa

Como lidar melhor com a rejeição?

Em minha visão todos somos feitos de partes. Temos a nossa parte criança mimada, raivosa, abandonada, a parte adulto saudável, etc. Essa é uma teoria de um psicólogo chamado Jeffrey Young.

Essas partes vivem em nós hoje e foram construídas de acordo com nossas relações iniciais mai...s importantes.

O sentimento de rejeição faz parte de nossa vida. O que faz sofrermos mais é a forma de lidarmos com ela.

Não tem como sermos amados e considerados por todos. Quando sofremos demasiadamente por uma rejeição, nossa parte orgulhosa e inconsciente entra em ação. Essa nossa parte não admite frustração e acha que devemos ser amados por todos sempre, por isso chamo de parte orgulhosa, já que ninguém é obrigado a nos amar. É uma parte mimada, que não aceita a realidade.

Quando deixamos o orgulho de lado e essa ideia de que existe algo errado conosco porque não fomos correspondidos, podemos nos libertar dessa necessidade, pelo menos parcialmente, o que resulta em menor sofrimento e maior amadurecimento.

Temos de fortalecer nossa parte adulto saudável e que tem sim a capacidade de controlar essa criança mimada interior.

Lembre-se: nenhum grande líder mundial conseguiu agradar a todos, mesmo sendo muito bom. Então por que com você seria diferente? Não existe nada de errado com a rejeição e ela faz parte da vida.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Como se preencher quando você estiver se sentindo vazio

"Se eu não for por mim, quem o será?"
Se eu não for por mim, quem serei eu?
E se eu não for agora, quando?"

Hillel


Joyce Mills nos fala como as exigências da vida diária e as pressões para darmos conta do seu ritmo sugam o suplemento de vitamina da nossa alma. Ela nos orienta da seguinte maneira para lidarmos melhor com a questão:

Sugestões para nos restabelecemos e enchermos novamente as prateleiras de nossa alma:

- Encontre um momento tranquilo e faça uma lista de todas as coisas que você faz para os outros. Em seguida faça uma lista com todas as atividades que você faz para você mesma. Depois, olhe para ambas as listas e veja se estão equilibradas. Se a lista do que você faz para os outros estiver maior, veja o que pode eliminar. A vontade de abdicar de certas obrigações lhe permite criar espaço para o novo.

- Crie seu quadro dos sonhos, desenhando símbolos do que você deseja para sua vida pessoal como profissional. Ex: fazer ginástica, fazer um curso, etc

- Saia ao ar livre e apanhe uma pedra, uma folha ou uma flor. Segure-a em suas mãos, feche os olhos e peça para que a natureza lhe ensine alguma coisa que você precisa aprender agora e que possa lhe ajudar a se renovar. A natureza renova o espírito, transformando o "eu não consigo" para "todas as coisas são possíveis"

- Tire uma pequena férias mentais,meditando ou visualizando-se com olhos fechados em um lugar tranquilo com todos os detalhes que puder, sentindo toda a segurança e paz desse lugar, que pode ser real ou inventado por você durante o exercício.

(fonte: "Resgatando a Magia da Vida", Joyce Mills, Editora Diamante)




quinta-feira, 27 de março de 2014

O DESTINO DO SER HUMANO É TER MOMENTOS FELIZES E NÃO ÉPOCAS FELIZES

Após uma semana de céu nublado, um dia de sol nos parece um milagre da Criação. Do mesmo modo a alegria aparenta ser mais intensa quando passamos por um período de tristeza. Os dois sentimentos se complementam, pois assim como a melancolia não é eterna, não poderíamos suportar 100 anos de felicidade.

Imaginar que temos de ser felizes o tempo todo e em todo lugar é um grande fator de estresse da sociedade moderna.

Com essas palavras de Allan Percy gostaria que pudéssemos refletir que tristeza é sim importante e é necessário vivenciá-la em alguns momentos. Apenas penso que temos de prestar atenção caso a mesma seja companheira muito recorrente, nos impedindo de vislumbrar novas possibilidades de existência. Este é o caso da depressão, enfermidade que traz prejuízo para a vida da pessoa, não deixando que a mesma perceba os momentos felizes, além de outras formas de lidar com problemas, sejam no trabalho, na relação com familiares ou amorosas.

Abraço e até o próxima reflexão!

Lory Gonçalves
Psicóloga e administradora da página no Facebook e do blog "Psicologia na sua Vida". Psicoterapeuta cognitivo-comportamental, atuando em consultório na Vila da Penha. Contato: (21) 98504-0632 ou
lorysouzapsi@gmail.com

domingo, 2 de março de 2014

Inveja

O CONTRÁRIO DO AMOR
não é o ódio, mas a indiferença.

Quem parece nos detestar nutre, no fundo, uma admiração oculta por nós. A inveja funciona da mesma forma. A fúria do invejoso sempre se direciona para um êxito.
...
Schopenhauer, filósofo que inspirou Nietzsche, afirmou o seguinte a esse respeito: “A inveja dos homens mostra quão infelizes eles se sentem e a atenção constante que dão ao que fazem os demais mostra como sua vida é tediosa.”

Isso não quer dizer que não devemos tomar cuidado com os invejosos, que, cegos pela paixão negativa que os movepodem nos criar problemas. Como falar sobre a inveja não resolve nada – ninguém reconhece essa disfunção emocional – o mais sensato é evitar envolver o invejoso em nossos planos, pois sua tendência inconsciente será tentar nos boicotar.

Quando falamos sobre um projeto promissor a uma pessoa dessas, ela logo trata de apontar as falhas para nos desanimar, para que não sigamos adiante. Por esse mesmo motivo, convém ocultar nossos êxitos sempre que possível. Dessa forma poupamos sofrimento e evitamos a carga emocional negativa que poderia nos atingir.

Fonte: Nietzsche para estressados de Allan Percy

sábado, 1 de março de 2014

Para aumentar a autoestima!


- Viva para si mesmo e não para o mundo. As pessoas que não sabem amar a si mesmas buscam constantemente aprovação alheia e sofrem quando são  rejeitadas. Para quebrar essa dinâmica devemos aceitar que não podemos satisfazer a todos;


- Fuja de comparações. Elas são uma importante causa de infelicidade. Muita gente tem qualidades e atributos que você não tem, mas também possui qualidade e virtudes que não estão presentes nos outros. Pare de olhar para os lados e trabalhe na construção de seu próprio destino;


- Não busque a perfeição. Nem aos outros, nem a si mesmo, já que a perfeição não existe. O que existe é uma grande margem para melhorar;


- Perdoe seus erros. Especialmente os do passado, pois já não podem ser contornados e nem tem qualquer utilidade. Aprenda com eles para não repeti-los;


- Pare de se analisar. Em vez de ficar pensando no que deu errado, é muito melhor agir, porque isso permite aperfeiçoar suas qualidades.
(fonte: Nietzche para estressados de Allan Percy)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ao invés de temer mudanças, aceite-as!

Sempre desejamos mudanças em nossas vidas, mas às vezes o sentimento de medo também vem à tona com elas. Porém, para que tenhamos qualidade de vida é importante que mudemos nossas crenças e atitudes.

A sua realidade externa é influenciada por vários fatores, dentre eles as crenças que regem a sua vida. Se as suas crenças mudarem, sua vida também pode se transformar.

Não estou aqui negando a influência de aspectos importantes, por exemplo, os sócio-econômicos. Entretanto, na minha concepção, esse é apenas um dos fatores envolvidos, sendo o fator psicológico também muito importante.

Muita vezes temos que tentar colocar ordem no caos, buscando dentro de nós mesmos um local seguro, para que não sejamos sugados a todo momento pelos acontecimentos externos. Apenas na paz interior, impondo silêncio a sua mente, você pode atravessar tempos de mudança de uma forma mais tranquila.

Então, ao invés de resistir as mudanças, que geralmente vêm para o nosso crescimento (mesmo que naquele instante não sejamos capazes de perceber como), que tal aceitá-las? Nem sempre resistir é o melhor, dependendo das circunstâncias.

Se você sente que já fez tudo que podia e a mudança é inevitável, para que gastar energia mental resistindo? Nesse momento pergunte a si mesmo se você pode ver o que se transformou por um ângulo diferente. Aceitar algo, é diferente de desistir ou ser um fracasso. Muitas vezes, é somente através da aceitação que podemos vislumbrar novas possibilidades de existência.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Amor patológico

Interessante reportagem sobre o amor patológico. Para ler mais acesse o link abaixo da Revista Psique!

"No amor patológico, a pessoa geralmente embarca em uma união simbiótica na tentativa de fugir da insuportável sensação de abandono"