sábado, 5 de outubro de 2013

PROJEÇÕES

“Todos nós podemos cair na armadilha de projetar ‘filmes’ de nossa própria autoria sobre as situações e as pessoas à nossa volta. Isso acontece quando não estamos plenamente confiantes de nossas expectativas, desejos e julgamentos e de reconhecê-los como nossos, tentando atribuí-los aos outros. Uma projeção pode ser diabólica ou divina, perturbadora ou confortadora, mas continua sendo uma projeção – uma nuvem que nos impede de ver a realidade como ela é. O único modo de escapar disso é entender como funciona o jogo. Quando você der com um julgamento se formando a respeito de outra pessoa vire-se do avesso: aquilo que você está vendo no outro, na verdade, não pertence a você? A sua visão está límpida ou obstruída pelo que você quer ver?”

Que bela descrição da nossa própria cegueira a respeito de nós mesmos, não é verdade? Quantas vezes olhamos para quem está perto de nós e não percebemos que este alguém funciona como nosso espelho, refletindo exatamente aquilo que menos gostamos em nós.

No livro o autor diz que nossa mente é um projetor e o outro, a tela onde o nosso filme é projetado. Isso explica muito bem aqueles relacionamentos onde no início é tudo ouro sobre azul e, com o passar do tempo, o ódio, a raiva, a vingança e o desamor começam a surgir na relação transformando príncipes e princesas em sapos e rãs repugnantes.

Um estudo recente parece mostrar que a paixão dura em média um ano e meio. Segundo o estudo, é nessa fase que o objeto do amor é perfeito, lindo, tudo o que um diz ou faz é maravilhoso. Depois dessa fase o castelo começa a desmoronar e, então, começamos a nos ver no outro (e vice-versa) sem o véu da ilusão, do encantamento, da anestesia. E o encantamento vai passando sendo substituído pelas projeções que nossa mente faz sobre o que nosso companheiro/a tem de pior (ou seja, o que temos de pior refletido nele ou nela)

O texto acima encontra-se na página da Ig (todos somos um) é me pareceu bastante interessante pois existem diversos momentos em nossas vidas que as projeções não nos deixam ver a pessoa como ela realmente é.

Então, preste sempre atenção nelas!

Abraço

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Aceite sua vida e permita-se ser feliz! (Por Luiz Gasparetto)

A depressão é um mal que aprisiona, e sair dela depende só de você! Então, proponho este exercício de libertação. Se puder, coloque uma música suave e feche os olhos. Comece se livrando das coisas depressivas que há dentro de você. Enxergue que essa é apenas uma parte sua – e não você por inteira.

Agora repita: “Eu vivo a vida viva com os desafios que ela me traz. Eu não sou vítima da situação. Eu assumo minha coragem! Assumo minha vontade e necessidade de me colocar pra cima.

Expresso os sentimentos como eles são. Deixo que as pessoas cuidem dos próprios problemas, e eu assumo os meus. Não espero nada de ninguém. Eu posso me colocar para cima, lembrando que a vida tem poderes ocultos que sempre entram em meu caminho. Sou livre para gozar tudo ao meu redor. Deixo minha curiosidade avançar até onde ela quer. Eu decido ter humor, ser engraçada, não levar as coisas tão a sério. Claro, posso encará-las seriamente, mas sorrindo sempre. Jogo fora a mágoa, a tristeza, os desapontamentos e as desilusões. Tiro a importância de tudo isso: a vida continuou mesmo assim!”.

Às vezes, no começo, você pode se sentir atrapalhada, parece até que está forçando a barra. Mas é isso mesmo! É preciso forçar um pouquinho para dar o impulso e continuar até que o motor esquente. Assim, você desperta em si o ânimo e a alegria que dormiam, o humor que estava escondido, a criatividade, a curiosidade, a liberdade e seus verdadeiros objetivos. Jogue para dentro de si essa sensação gostosa:

“Eu aceito! E sem brigar comigo. Aceito até que viajei pela depressão. Fiz o que fiz por achar que era o melhor, mas agora vejo claramente que não é mais o melhor para mim. Aceito que não sou tão corajosa, coerente ou perfeita como gostaria de ser. Aceito meus erros e acertos. Aceito ser como sou, diferente dos outros, pois essa é a minha viagem. Aceito minha vida com o que eu criei e as pessoas que atraí.

Aceito que muitos não vão me entender nem gostar de mim, mas tudo bem. Aceito também a possibilidade de mudar, renovar e, assim, me abro para crescer. Quando eu me aceito, me dou toda força e toda coragem, sem jamais me cansar. Eu passo por tudo. Tudo eu supero. E continuo sempre firme!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

E se você tivesse vindo para a Terra apenas para fazer turismo?


Sempre gosto me colocar essa pergunta. Na verdade escutei isso pela primeira vez em programa de rádio de um cara chamado Luiz Gasparetto.

Realmente nos permitiríamos viver muito mais coisas, inclusive não nos trucidaríamos com o medo de falhar ou de agradar os outros.


Pensar desse modo não exclui necessariamente o fato de se conviver bem com as responsabilidades de seu cotidiano, muito pelo contrário, faz com que você não leve os acontecimentos de sua vida tão a sério.

Quantas vezes fazemos uma verdadeira catástrofe pensando que o pior irá acontecer e no final nada acontece. Ficamos ansiosos, desesperados, desesperançosos.....para nada!

Quando pensamos que viemos fazer turismo na Terra as coisas perdem o peso que nós colocamos a elas e a vida fica muito menos complicada.

E você? O que faria se imaginasse a mesma coisa?

terça-feira, 9 de julho de 2013

Transtorno de déficit de atenção em adultos

Fico impressionada com a quantidade de adultos que sofrem sem saber que podem ter TDAH. Nesses casos o tratamento psicológico e farmacológico é essencial. Procure ajuda caso suspeite que possa sofrer de transtorno de déficit de atenção. Vejam esse artigo do site tdah.org.br!
TDAH no Adulto - algumas estratégias para o dia a dia

Com as informações que dispomos hoje, sabemos que o TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – é um distúrbio neurobiológico reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que pode ser observado desde a infância e a adolescência, principalmente em idade escolar.
Porém, o que muitas pessoas desconhecem é que o TDAH pode também persistir na vida adulta da pessoa. Descuido nas atividades, falta de organização, dificuldade em manter a concentração e atenção, inquietude e hiperatividade são apenas alguns dos sintomas típicos do adulto com TDAH.
O TDAH não está ligado a fatores culturais ou conflitos psicológicos, mas sim em pequenas alterações na região frontal do cérebro, responsável pela inibição do comportamento e do controle da atenção. O que ajuda e muito a vida de uma pessoa com TDAH é o diagnóstico precoce, correto e o tratamento adequado, trazendo uma melhora significativa nas relações interpessoais com cônjuges, familiares e amigos.
Abaixo seguem alguns sintomas que encontramos com maior frequência e intensidade em adultos com TDAH, comparados a uma pessoa que não possui o transtorno:
  • Instabilidade profissional
  • Rendimento abaixo da capacidade intelectual
  • Falta de foco e atenção
  • Dificuldade de seguir rotinas
  • Tédio
  • Maior incidência de divórcios e separações conjugais
  • Maior incidência de acidentes de transito
  • Dificuldade de planejamento e execução das tarefas propostas
  • Maior índice de desemprego
  • Procrastinação
  • Ansiedade diante das tarefas não estimulantes
  • Maior índice de desistência em Universidades / evasão escolar
  • Dificuldades nos relacionamentos; relacionamentos instáveis
  • Frequente alteração de humor
  • Frequentes esquecimentos, perdas e descuidos para datas e reuniões importantes
  • Dificuldades para expressar suas ideias, colocar em prática o que está pensando/em sua cabeça
  • Dificuldade para escutar e esperar a sua vez de falar
  • Frequente busca por novas coisas que o estimulem; intolerância a situações monótonas e repetitivas
  • Repetição frequente de erros, frequente falta de atenção com coisas simples

Por mais difícil que seja lidar com o TDAH na vida adulta, algumas estratégias podem ser úteis e, bem utilizadas, fazem com que o TDAH não seja o fim do mundo, como muitas pessoas pensam.
Essas estratégias podem ser utilizadas tanto no trabalho quanto na vida pessoal do adulto com TDAH. Estas pessoas costumam esquecer de pagar as contas, perdem as chaves com facilidade, não se lembram de reuniões e outros compromissos, ou, quando lembram, geralmente alguma coisa fica pendente ou sem finalização. Isto não quer dizer que uma pessoa com TDAH seja ineficiente ou incapaz de realizar um trabalho com competência. Se ela estiver consciente dos seus pontos fracos, seus pontos fortes, seguindo o seu tratamento de maneira correta (medicação/psicoterapia), as estratégias podem ajudá-la no dia-a-dia, fazendo com que o adulto com TDAH possa ter uma vida de sucesso, tanto na sua vida pessoal quanto profissional.
Por mais difícil e desesperador que possa parecer o TDAH na vida adulta, existem algumas dicas para lidar com o TDAH.
Para facilitar a leitura, dividimos as dicas abaixo em 3 partes:
1 – Lidando com o estresse e a alteração de humor:
Devido à impulsividade, desorganização e distração, o adulto com TDAH frequentemente batalha para mudar um círculo vicioso com poucas horas de sono, pouco (ou nenhum) exercício físico e péssimos hábitos alimentares – e tudo isso pode acentuar os sintomas do TDAH.
  • Pratique exercícios – Indicado para todos em geral, as pessoas que tem TDAH podem se beneficiar ainda mais. Alivia o estresse, melhora o humor, acalma a mente e ainda ajuda a gastar o excesso de energia que as pessoas com TDAH tem.
  • Durma bastante – e durma bem! Poucas horas de sono aumentam os sintomas do TDAH, diminuindo a capacidade de manter o foco durante dia. Para isso, evite tomar cafeína antes de dormir, mantenha uma rotina à noite e evite exercícios por até uma hora antes de ir dormir.
  • Alimente-se de maneira correta – Comer bem ajuda a diminuir a distração, hiperatividade e os níveis de estresse. Pequenas porções durante o dia, ingerir pouco açúcar, menos carboidrato e mais proteínas podem ajudar a reduzir os sintomas do TDAH.

2 – Como se organizar e evitar a desordem diária
A distração e a falta de atenção tornam a vida de um adulto com TDAH um verdadeiro desafio, deixando-o sobrecarregado. As dicas a seguir, foram elaboradas para ajudar o pessoa com TDAH a organizar melhor a sua vida.
  • Crie espaço – Verifique diariamente o que você usará e o que deverá ficar guardado. Defina lugares para chaves, contas e outros itens que se perdem facilmente. E jogue fora tudo o que não for necessário!
  • Use uma agenda – O uso da agenda ajuda a lidar e organizar os seus horários e compromissos. É como andar de bicicleta – a prática leva a perfeição. Quanto mais você utiliza, mais você criará padrões de comportamento organizado.
  • Faça listas – Crie o hábito de fazer listas e anotar tudo o que for importante, como tarefas, compromissos, projetos, deadlines, etc. Caso esteja usando uma agenda, mantenha suas anotações junto. O planejamento é condição necessária para o bom desempenho das pessoas com TDAH.
  • Faça agora! – Para evitar o esquecimento, procrastinação e desordem, comuns em adultos com TDAH, faça o que tiver que ser feito na hora, evitando deixar ‘’para depois’’. Tarefas como responder a um e-mail importante, limpar sua bagunça, retornar uma ligação, preparar uma apresentação não podem ficar para ‘’o dia seguinte’’.
  • Estabeleça um sistema de arquivamento – Use divisores, ou então separe pelo tipo de documento (receitas, contas, fichas de inscrição, etc.). Etiquetar ou colorir seus arquivos também são ótimas estratégias.
  • Dedique um tempo do seu dia para e-mails – Separe alguns minutos do seu dia para checar seus e-mails, evitando abrir sua caixa de correspondência de 5 em 5 minutos. Responda, arquive ou apague na hora, dependendo do caso.

3 – Administrando seu tempo e não perdendo seus compromissos
Por terem uma percepção diferenciada do tempo, os adultos com TDAH sofrem com a má administração do mesmo. Frequentemente perdem a hora, prazos, sempre acham que ainda tem tempo para realizar determinada tarefa (quando na realidade não tem). Muitos adultos com TDAH se frustram de tal maneira que, no final do dia, não realizaram nada do que tinham planejado.
  • Use um relógio – Pode ser de pulso, timer, alarme, celular ou do computador – desde que esteja sempre à vista e com o horário certo. Quando começar uma tarefa, diga em voz alta ou anote o horário, alem de definir uma quantidade de tempo para a mesma.
  • Defina prioridades – Defina as suas tarefas mais importantes do dia e depois as com menor importância.
  • Crie uma curta rotina diária – e defina um tempo para ela. Arquivar documentos, retornar ligações, responder e-mails, pagar contas, etc. podem ser feitos durante um mesmo período de tempo (por exemplo: 60 minutos) e sempre na mesma ordem. Dessa maneira, você não se esquecerá de fazer nada importante e conseguirá realizar todas as suas tarefas.
  • Dê mais tempo do que você julgar necessário – Por exemplo, se você acha que para realizar determinada tarefa, ou encontrar alguém em outro lugar, você levará por volta de 30 minutos, adicione mais 15 minutos. Com certeza você irá se atrasar.
  • Use alarmes e chegue cedo – Anote os horários de seus compromissos com 15 minutos (ou o tempo que você julgar necessário) de antecedência e use alarmes para que você chegue na hora certa.
  • Faça uma tarefa de cada vez – Execute seus compromissos um de cada vez. Caso seja um grande projeto, divida-o em pequenas partes e termine-os um de cada vez.
  • Aprenda a dizer não – A impulsividade no adulto com TDAH pode fazer com que ele aceite executar muitos projetos ou compromissos de uma só vez sem uma avaliação prévia e ponderada das suas capacidades e, consequentemente, não consiga finalizar nenhum. Isto gera sentimentos de frustração, baixa autoestima e incompetência. Verifique sempre a sua agenda para ver se você realmente pode aceitar um compromisso, tarefa ou trabalho extra, de maneira que isso não o prejudique.

ABDA® Todos os direitos reservados. Copyright 2013.
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terça-feira, 19 de março de 2013

QUAIS CRENÇAS VOCÊ TEM E QUE ESTÃO PREJUDICANDO SUA VIDA?

Crenças são aquelas ideias que temos sobre nós mesmos, os outros ou o mundo. Alguns exemplos: "eu só serei feliz quando encontrar alguém", "o mundo é um lugar perigoso, preciso tomar cuidado", "as outras pessoas são melhores que eu".

Podemos ter crenças que nos impulsionam para a vida, sem causar sentimentos ruins ou termos crenças como as do exemplo acima, que podem facilmente nos fazer ter comportamentos compatíveis com tais crenças e que trarão consequências negativas.

Se você tem a crença que só será feliz quando encontrar alguém pode passar a vida se lamentando, se achando a última das criaturas por não ter achado alguém para se relacionar amorosamente ou o que penso ser ainda pior: apegar-se a primeira pessoa que lhe der um pouco de atenção e grudar nela como um verdadeiro chiclete, sufocando-a. Podem ocorrer duas consequências: ou o sujeito não irá aguentar e te abandonará, ou ele compartilha da mesma crença que você e viverão um amor simbiótico, onde os dois não lembram nem mais quem são.

No caso de "o mundo é lugar perigoso", você pode sentir-se constantemente tenso e achar, por exemplo, que não deve confiar naquilo de bom que te acontece.

Na última crença "as pessoas são melhores do que eu", você poderá sentir-se inadequado e começar evitar uma série de atividades onde você poderá ser comparado (nem que seja apenas na sua cabeça), vivendo uma vida bastante restrita e infeliz.

ENTÃO MINHA PERGUNTA PARA VOCÊ É: QUAIS CRENÇAS OU IDEIAS TENHO E QUE ESTÃO ME PREJUDICANDO?

QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS QUE TENHO AO CONTINUAR COM ELAS?

O QUE EU FARIA SE NÃO TIVESSE ESSAS CRENÇAS?

Parar e se permitir pensar nisso pode ser um exercício de renovação muito útil para você! Então, permita-se! :)

terça-feira, 12 de março de 2013

Ansiedade profissional

Acesse: http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/84/artigo277234-3.asp e leia mais do ótimo artigo de Andreia Calçada:

Ansiedade profissional: normal ou paralisante?
A ansiedade é uma emoção normal, combustível para a busca de crescimento pessoal e profissional. Mas, quando é acionada incessantemente, o organismo entra em colapso, podendo até provocar o surgimento de psicopatologias


A insegurança em relação às próprias habilidades e o medo de não conseguir cumprir as tarefas do cargo são asmaiores fontes de ansiedade profissional



Limites no trabalhoÉ importante que o funcionário tenha claro seus limites e busque realizar o máximo que pode, deixando de lado o perfeccionismo que o faz buscar limites irrealistas para a efetivação de seu trabalho. A sensação de que o que faz nunca é bom o suficiente, e de que alguma crítica aterradora virá, gera altos níveis de ansiedade. Caso esteja nessa situação, sem que consiga racionalizar os pensamentos, a sugestão que os especialistas dão é a de pedir ajuda e opinião externas. Saber lidar com a crítica é treinamento importante, sabendo ouvir bem, como reconhecer falhas e qualidades. Procurar os dados de realidades na ocorrência dos fatos é sempre o melhor caminho para buscar soluções. Ser justo, portanto, tanto com o outro como consigo mesmo é uma boa forma de colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo.
As profissões com maior nível de responsabilidade decisória e riscos, além do estabelecimento de metas, são aquelas que geram maiores níveis de ansiedade. Para conviver bem com a ansiedade e usá-la a favor do crescimento e bom desempenho profissional é fundamental que antes de tudo tenha-se claro que o trabalho “é uma parte importante da vida e não a vida como um todo”. Não pode tomar conta de todas as relações que envolvem a vida de uma pessoa. Ela deve aprender a limitar tal interferência mesmo que para isso precise estabelecer como objetivo a mudança de área ou empresa.
O status que um bom cargo ou promoção fornecem, bem como as boas sensações e o poder que advêm de um cargo, muitas vezes “sobe à cabeça”, deixando o indivíduo escravo destes. Torna uma pessoa reduzida ao ser gerente, diretor ou engenheiro, fazendo-o esquecer de coisas simples, levando à cobrança da perfeição para que não perca a essência da conquista realizada. Para que isso não aconteça, é importante que outros prazeres, além do trabalho, sejam mantidos, que os relacionamentos sejam cultivados, ampliando os diálogos e as ideias. A criatividade deve ser estimulada na busca de alternativas de vida mais saudáveis caso o trabalho seja um motivo real para a ansiedade. Buscar cultivar o bom humor é algo fundamental para esse gerenciamento.

A ajuda psicoterapêutica, e por vezes medicamentosa, pode ser grande aliada na busca desse equilíbrio

A realização de atividades físicas é recomendação médica nesse controle. Buscar olhar as dificuldades por outros ângulos é fundamental. Caso seja difícil realizar tal intento sem ajuda, a busca de um especialista é recomendada. A ajuda psicoterapêutica, e por vezes medicamentosa, pode ser grande aliada na busca desse equilíbrio.

Fonte: Revista Psique - Ciência e Vida


quinta-feira, 7 de março de 2013


"Felicidade é você poder escolher a que vai se prender, é a possibilidade de escolha"

Marcelo Gleiser


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

TOMAR DECISÕES


Quando você tiver de tomar uma decisão, escute a voz da sua alma. Quando falo em alma, refiro-me aquela voz interior que quando nos permitimos escutar, sentimos um alívio e o aperto no peito se desfaz. Às vezes uma escolha parece extremamente difícil porque envolve uma série de desafios. Mas os desafios existem para obrigá-lo, a crescer, e não para transformarem sua vida em um inferno como muitas vezes preferimos pensar.

Seja corajoso e ouse crescer, mesmo sabendo que poderá ter algumas perdas. Sempre repito isso a mim mesma e para quem me rodeia: toda escolha implica em perda. Não espere satisfação plena como consequência de sua decisão, pois essa não existe, e você pode se frustrar. Isso não quer dizer "pensar de modo negativo" antevendo coisas ruins, é bem diferente disso.

ESCOLHA IMAGINANDO QUE A DECISÃO QUE ESTÁ TOMANDO É A MELHOR POSSÍVEL QUE VOCÊ PODERIA TOMAR DE ACORDO COM OS RECURSOS QUE VOCÊ POSSUI NO MOMENTO PRESENTE. NÃO SE CULPE POR NÃO SER CAPAZ DE PREVER O FUTURO. EU E VOCÊ SABEMOS COMO ISSO SÓ SERVE PARA TE ATORMENTAR E NÃO LHE AJUDA EM NADA.

Seja lá qual decisão tomar, escolha aquela que lhe traz mais paz.

Lory Gonçalves

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O alto preço do materialismo

 “Pesquisas mostram consistentemente que quanto mais as pessoas valorizam objetivos materialistas, mais baixas são sua felicidade e sua satisfação pessoal. Depressão, ansiedade e abuso de drogas também tendem a ser mais altos”. Essa e outras importantes histórias estão no vídeo “Alto Preço do Materialismo“, onde o psicólogo americano Tim Kasser, PhD pela Universidade de Rochester (EUA), da detalhes de como a cultura consumista materialista acaba com o bem-estar das pessoas, apesar de vender justamente o contrário. Uma vida para ter coisas e buscar salários mais altos e cada vez mais bens “não só consome os limitados recursos da Terra, mas torna as pessoas menos felizes e menos inclinadas a ajudar os outros“.
Vídeo traduzido para o português:
Fonte: dharmalog.com